Neste domingo (26/4/2026) o mundo registra os 40 anos do maior acidente nuclear com vítimas fatais da História em usina atômica. A explosão de um dos quatro reatores de Chernobyl, na Ucrânia, ex-União Soviética, ocorreu no dia 26 de abril de 1986. O acidente causou incalculáveis prejuízos a vários países, atingidos pelas nuvens radioativas. Chernobyl utilizava um reator moderado a grafite. De início, reportagens de agências interacionais noticiaram que o acidente matou mais de 110 pessoas. Anos depois foi informado que o número de pessoas que morreram em consequência do desastre nuclear estava entre 15 mil e 30 mil. Este número não é preciso e pode chegar a 200 mil, caso entre cálculo inclua os atingidos pelos efeitos da radiação liberada pelo acidente.
O Governo Soviético comunicou na época que o acidente de Chernobyl ocorreu durante realização de uma experiência, que deveria ter sido feita com o reator desligado, no entanto, os técnicos optaram por deixar a usina operado. Houve, então, um superaquecimento que transformou a água de refrigeração em vapor, dentro de núcleo, rompendo tubos e causando a explosão.
Desde 1986 vem aumentando o número de vítimas e a dimensão da catástrofe. Os crescentes casos de câncer – incidência que aumentou 12 vezes entre a população contaminada – já não assustam mais quando comparados aos que de mutações genéticas, relatou o jornalista Miguel Bas, da agência Efê, em 26 de abril de 1995. A usina de Chernobyl registry outros vazamentos de radiação ao longo das décadas. A usina de Chernobyl foi oficialmente fechada em dezembro do ano de 2000. Os prejuízos não param de acontecer.
(FOTOS AGÊNCIAS INTERNACIONAIS) –
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