O Nuclear Summit 2026 começou nesta segunda-feira (23/3). Evento promovido pela Abdan, foi recebido na Casa FIRJAN, em Botafogo no Rio de Janeiro. Carlos Magno, gerente de eventos da FIRJAN, abriu os trabalhos. Carlos salientou a importância do setor para a economia do estado do Rio de Janeiro e passou a palavra para, Celso Cunha, presidente de Abdan. Celso falou sobre o crescimento previsto da demanda por energia elétrica em momento de transição nas fontes de energia, o que vem gerando forte demanda para energia nuclear. “O mundo voltou a olhar com seriedade a energia nuclear.”
Os especialistas frisaram que, ou o Brasil inclui a energia nuclear no planejamento do setor ou vamos continuar discutindo enquanto o resto do mundo produz. Primeiro palestrante do dia, Deputado Federal Júlio Lopes, presidente da Comissão de Energia na Câmara dos Deputados, demostrou sua preocupação com a falta de mobilização do setor no convencimento da sociedade sobre as vantagens e a necessidade de investir pesado em energia nuclear.
A primeira mesa de debates foi moderada por Leonardo Mattos, professor de geopolítica da EGN - Escola de Guerra Naval, que salientou a oportunidade de falar sobre geopolítica em face da tumultuada conjuntura mundial com os conflitos no Oriente Médio e na Ucrânia.
O Almirante Rabello dissertou sobre a necessidade de produzir submarinos nucleares para a segurança nacional, o professor Júlio César, salientou que se tornou fundamental de parar de exportar derivados de urânio para importar o urânio enriquecido para abastecer as usinas nucleares brasileiras. “E nós temos o urânio e sabemos enriquecê-lo.”
(TEXTO E FOTOS – REVISTA PLURALE - Colunista, Luiz Fernando de Almeida Bello).
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